Quais Os Futuros

quE Iremos Criar?



As pessoas querem inovações para melhor; esperam que as marcas se preocupem com os impactos do que criam. A velocidade que as mudanças ocorrem aumentou exponencialmente nos últimos anos. Além de acompanhar, as marcas passam a assumir um papel mais protagonista e propor a mudança. São elas que estão à frente de inovações e disrupções no mercado. Quais os futuros que iremos criar? Quais as responsabilidades das marcas e como navegar em um mundo em que a mudança parece a única constante?


No mundo Inovadora, vamos debater essas e outras questões em vídeo, áudio e texto!


APROVEITE

O que Faz
a sua

marcA ser ÚniCA?


Num mundo em que a informação e a necessidade por transparência é cada vez maior, como as marcas estão navegando nesse mar turbulento? Como lidar com os erros? É preciso ter medo do cancelamento? O que as pessoas esperam dessas marcas? E, mais do que isso, como confiar em uma era em que tudo é potencialmente fake?


A confiança é o que impulsiona a conexão entre marcas e consumidores. Ela é o fator decisivo para reestabelecer relações significativas. Ao compreenderem precisamente onde uma empresa está, o consumidor tem a visão do projeto de futuro que ela quer construir.  


No mundo Confiável, vamos debater essas e outras questões em vídeo, áudio e texto!


APROVEITE

Pra quem gosta de ver tudo com calma. Assista ao papo completo.


Duração | 1h

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Pra quem adora uma inteligência artificial. Veja o resumo do papo.

RESUMO DA I.A.


  1. Blanding de marcas: O "blanding" refere-se à tendência de marcas parecerem cada vez mais parecidas em termos de identidade visual, discurso e comunicação. A discussão levanta a questão de se isso é uma falta de coragem das marcas ou uma estratégia consciente.

  2. Simplificação vs. Significado: A simplificação visual das marcas pode ser uma estratégia eficaz se isso permitir reforçar o significado e manter a consistência. No entanto, a simplificação não deve comprometer a essência e a herança da marca.


  3. Desafios para a mudança: A mudança nas marcas enfrenta desafios, como restrições orçamentárias, necessidade de otimização de recursos para resultados de curto prazo e preocupações com possíveis reações negativas do público ou redes sociais.


  4. A falta de coragem das pessoas: A discussão sugere que, em última instância, as marcas são conduzidas por pessoas e que a falta de coragem para a mudança pode ser atribuída à preocupação com o emprego, pressões para atender às metas e a complexidade de convencer os superiores sobre novas ideias.


  5. Responsabilidade pessoal: A conversa enfatiza a importância de entender que as marcas são gerenciadas por indivíduos que têm a responsabilidade de tomar decisões e propor ações corajosas ou conservadoras.

RESUMO DA I.A.


  1. Blanding de marcas: O "blanding" refere-se à tendência de marcas parecerem cada vez mais parecidas em termos de identidade visual, discurso e comunicação. A discussão levanta a questão de se isso é uma falta de coragem das marcas ou uma estratégia consciente.

  2. Simplificação vs. Significado: A simplificação visual das marcas pode ser uma estratégia eficaz se isso permitir reforçar o significado e manter a consistência. No entanto, a simplificação não deve comprometer a essência e a herança da marca.


  3. Desafios para a mudança: A mudança nas marcas enfrenta desafios, como restrições orçamentárias, necessidade de otimização de recursos para resultados de curto prazo e preocupações com possíveis reações negativas do público ou redes sociais.


  4. A falta de coragem das pessoas: A discussão sugere que, em última instância, as marcas são conduzidas por pessoas e que a falta de coragem para a mudança pode ser atribuída à preocupação com o emprego, pressões para atender às metas e a complexidade de convencer os superiores sobre novas ideias.


  5. Responsabilidade pessoal: A conversa enfatiza a importância de entender que as marcas são gerenciadas por indivíduos que têm a responsabilidade de tomar decisões e propor ações corajosas ou conservadoras.

"Uma mArca não é nada, ela não faz nada. Quem fAz são as pessoaS Que eStão lá dEntRo."

Beatriz Guarezi,

Fundadora da Bits to Brands.

Pra quem tem pouco tempo. Veja os cortes do papo. Pra ver mais, clique nas setas laterais.

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Pra quem ama ler um artigo com conteúdo!

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Pra quem ama gastar um tempo e consumir em profundidade

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Para sobreviverem, as grandes marcas precisam criar nos consumidores uma fidelidade além da razão. Esta é a única forma de se distinguirem dos milhões de marcas insossas. O segredo é usar Mistério, Sensualidade e Intimidade, paradigma que faz parte da construção de Lovemarks, conceito criado por Kevin Roberts, CEO mundial da Saatchi & Saatchi.

Para sobreviverem, as grandes marcas precisam criar nos consumidores uma fidelidade além da razão. Esta é a única forma de se distinguirem dos milhões de marcas insossas. O segredo é usar Mistério, Sensualidade e Intimidade, paradigma que faz parte da construção de Lovemarks, conceito criado por Kevin Roberts, CEO mundial da Saatchi & Saatchi.

Cada um tem sua vocação, mas eles precisam trabalhar juntos. A distância que impede esse objetivo é chamada de brand gap, ou abismo de marca. O conceito foi cunhado por Marty Neumeier, um dos responsáveis pela gestão da marca de empresas como a Apple, Adobe, Kodak e HP, em seu livro “The Brand Gap – O Abismo da Marca”.

Cada um tem sua vocação, mas eles precisam trabalhar juntos. A distância que impede esse objetivo é chamada de brand gap, ou abismo de marca. O conceito foi cunhado por Marty Neumeier, um dos responsáveis pela gestão da marca de empresas como a Apple, Adobe, Kodak e HP, em seu livro “The Brand Gap – O Abismo da Marca”.

Qual é o futuro das marcas e do branding? A globalização significa que a individualidade será esmagada pelas grandes multinacionais? Ou ainda haverá espaço para marcas e lugares que apostam na diferença?

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Pra quem prefere ouvir o papo enquanto dirige, lava louça ou vai pro trabalho.

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